Análise completa do Novo Uno Vivace 1.0

A apresentação do NOVO UNO 2019 duas portas, em fevereiro de 2011, representou um grande mudança para a Fiat. A marca acertou em cheio um mercado de cerca de 520 mil unidades anuais, representativos 20% do segmento dos hatches compactos no Brasil. O súplica é para o bolso dos compradores.

A versão de duas portas representa uma economia de R$ 1.830, aproximadamente 7% sobre o modelo Vivace 1.0 de quatro portas – e é comercializada por R$ 26.650. Dinheiro fundamental para orçamentos apertados e especialmente, em aquisições para frotas, grandes compradoras destes carrinhos.

Além do valor menor, os frotistas procuram essas versões para buscar diminuir o utilização civil de seus carros, enquanto o público em maior parte vê as duas portas como demonstração de esportividade. Ou, apenas, não necessita das portas extras. A versão de duas portas foi estendida a toda a série, e aproximou também mais os preços de NOVO UNO e Palio Fire.

Equipada com o propulsor 1.0 8 Cousa, a Vivace duas portas se insere num casinha cada vez menor no Brasil. Hoje povoamento somente por compactos de chegada, como Palio Fire, Chevrolet Celta, Renault Clio, Ford Ka e pelo defasado Gol Geração 4, além do Volkswagen Fox, que preserva a escolha pelas duas portas em toda a série, e também o Peugeot 207, a versão atende a um público frequentemente exclusivo a variantes “depenadas” de modelos antigos.

Porém a Fiat aposta alto no segmento. Tanto que hoje a variedade de duas portas corresponde por 25% da fabricação da versão Vivace e 20% de todos os NOVO UNO feitos. Na série Gol G4 e Fox, os duas portas correspondem por cerca de 20% dos compactos vendidos. Na Peugeot, somente a versão mais simples do 207, a XR 1.4, pode vir com duas portas, e também dessa maneira representa cerca de 11% das vendas.

Novo uno 2019

O coeficiente novidade foi vital para o sucesso do modelo da Fiat, além de quantidade ser adquirido em configurações superiores às usualmente selecionadas pelas companhias. De série, somente o primordial, como 2 encostos de cabeça traseiros, terceira luz de obstáculo, banco bumbum reclinável e o econômetro – que nada mais é que um medidor de uso barato –, que auxilia o condutor a preservar o impulsivo na banda de maior economia, apesar de que um conta-giros fosse mais efetivo.

Há escolha de equipá-lo com airbags, freios ABS, sistema de sentença, e até mesmo “ personalizar ” o visual do automóvel, com uma série de adesivos decorativos vendidos nas concessionárias análogo qual as versões quatro portas, tradicionalmente mais procuradas. É pouco, porém representa atenção ao cliente desse segmento. Apesar de que o NOVO UNO deixe óbvia a asserção de ser um automóvel moda e simples.

A conformação clássico – propulsor 1.0 8 Cousa Flex de 75 cv e 9,9 kgfm com etanol rebatizado de Eternidade pela Fiat, depois de sentir modificações internas para diminuir o conflito entre as peças e dessa maneira, coarctar o uso – empresta ao NOVO UNO aquele ar de “ mais do mesmo ”.

Especialmente no momento em que comparado ao concorrente Palio Fire, que custa cerca de R$ 1 mil a pouco. Porém o visual moderno marca a diferença a favor do modelo. As portas ausentes não interferiram nas linhas e nem sequer empobrecem o automóvel. Embora do propulsor 1.0 e do morrer simples, o NOVO UNO Vivace duas portas acaba se desvendando a escolha mais atual e lucrativa desse espremido segmento.

Ponto a ponto

  • Performance – O 1.0 8 Cousa maluco desprendido e parece apoiar de rotações mais elevadas, porém não há milagre que faça o impulsivo oferecer um performance que surpreenda. O motorzinho bem que se esforça, porém o NOVO UNO acaba se desvendando um automóvel frouxo e, dessa forma, cediço. Se na município ele já sente a falta de bafo, na meio pede assiduidade e bastante lugar para ultrapassagens. Parece oferecer pouco que os 75 cv recomendados com etanol – arranca de zero a 100 km/h em 16,8 segundos de acordo com a Fiat. Preservar velocidades acima de 110 km/h em rodovias é um trabalho inglório. Nota 5.
  • Estabilidade – Com tradicionais arranjos de arrebatamento, o carrinho se comporta bem e não assusta o condutor. As saídas de frente em curvas de alta rapidez são fácil contornáveis. Porém no momento em que indivíduo pode levá-lo acima de 130 km/h, o NOVO UNO inicia a tremular e passar dúvida. O ABS similarmente entra em atuação cedo demais nas frenagens mais bruscas, uma vez que a mudança de peso para a frente é bastante abrupta. Nota 7.
  • Interatividade – Os comandos são leves e estão à mão do condutor. Mesmo no console central, os botões dos vidros elétricos são fáceis de utilizar e contem ofício um-toque. O porta-luvas é irrelevante, assim como os nichos das portas. Ao menos, o ajuste de altura do banco favorece obter uma opinião de virar agasalhado. A clareza é ótima para todos os lados – somente atrás, crime das colunas largas, a ficção é um pouco comprometida. O visão tem apenas um “econômetro”, que auxilia a preservar o impulsivo na brega de maior economia. Um conta-giros seria mais benéfico. Nota 6.
  • Uso – O propulsor deu conta de mover mais de 8 km/l com etanol em passagem rigorosamente polido. De acordo com o InMetro, a versão Vivace 1.0 roda 8,3 km/l na município, e 12,3 km/l na meio no momento em que fornido com etanol. Nota 7.
  • Conforto – É difícil obrigar bastante de um modelo de chegada. O NOVO UNO até entrega um conforto, porém denuncia seu baixo esforço no clausura acústico efetivo somente até a casa dos 100 km/h. Atrás, as formas quadradas da carroceria privilegiam o lugar para a cabeça dos ocupantes, porém um alcoviteiro passageiro homem transformará o banco bumbum em ringue de MMA. A arrebatamento macia contribui para o mover educado. Nota 8.
  • Tecnologia – Nada a enfatizar. Airbags frontais e freios com ABS são opcionais e há também o sistema de sentença Connect – similarmente voluntário –, que contém uma chegada USB e conexão para iPods. Nota 6.
  • Habitabilidade – Embora de o lugar interno do NOVO UNO ser ínfimo, há uma mínima receio da Fiat em escolher a vida a beira. O acesso é facilitado pelo óptica de boca das portas, porém a versão de chegada preserva os tecidos mais simples e não oferece várias opções. Nota 6.
  • Acabamento – Somente condizente com uma versão básica. O visão possui plástico simples e algumas rebarbas visíveis. Ao menos, nada parece realizar fracasso graças aos encaixes bem feitos. Há eventualidade de personalização da parte plástica no alto do visão, que pode passar a ter estampas e cores chamativas. Nota 7.
  • Design – O maior reclamo do NOVO UNO é o visual. O carrinho lembra bastante o Panda europeu e efetua um ar de modernice ao segmento. As formas quadradas de arestas arredondadas também chama atenção, especificamente em cores berrantes. Nota 9.
  • Esforço / Vatagem – A Fiat ofídio R$ 26.650 pelo NOVO UNO Vivace sem opcionais. A elemento asneira era equipada com direção hidráulica, vidros e travas elétricas, sistema de sentença, além dos simpáticos adesivos para a carroceria, o que elevam o valor para R$ 30.060. Completo, com ar-condicionado, airbags frontais e freios ABS, o modelo descambada nos R$ 35 mil. Um Renault Clio com o mesmo nível de equipamentos – salvante airbags e ABS – encontra-se em R$ 30.200, mesmo correio do Chevrolet Celta, que sai por R$ 30.700. O Gol “G4” vai a R$ 31.760, enquanto o Palio Fire chega aos R$ 32.413 já com os equipamentos de segurança. Nota 7.
  • Completo – O Fiat NOVO UNO Vivace 1.0 8 Cousa somou 68 pontos em 100 possíveis.
Análise completa do Novo Uno Vivace 1.0
Avalie esse artigo!