Análise NOVO UNO 2019 — Parte II

Impressões ao virar – Caridade contemplativo

O NOVO UNO é um automóvel educado de coabitar. O interior bem aventado – auxilia das grandes janelas – e o bom utilização do lugar interno fazem do pesado um modelo simples, traquejado e efetivo para o dia a dia das cidades enormes.

A opinião de virar é ótima, apesar de que os bancos mereçam uma baba mais densa – a atual cansa o corpo em viagens mais longas. Mesmo com duas portas, o acesso é facilitado pelo sistema que faz os bancos dianteiros correrem para frente no momento em que rebatidos, ampliando o vão de chegada para os assentos de após. O morrer similarmente deixa um pouco a querer.

Embora de bem descrito, o visão possui plástico simples demais e até algumas rebarbas aparentes. Porém, é mesmo na momento de divagar que surge o maior dificuldade. O modelo se ressente da falta de um propulsor mais esperto. Ele até acelera brando, porém não entrega muita vigor e torna o NOVO UNO uma coisa moroso, mesmo na município.

O capacidade apenas não foi pior visto que a elemento asneira não possuía ar-condicionado, encarregado por ventilar o local e surripiar mais alguns cavalos do propulsor. O câmbio – de engates fáceis e precisos – é bem escalonado, com marchas mais longas, que tentam proteger a economia de combustível e preservar as rotações mais baixas em velocidades de cruzeiro – apesar de que não bastante elevadas – na meio.

A arrebatamento é bem acertada e se, não efetua show de estabilidade, similarmente não assusta o condutor. Além disso, passa firmeza para deparar a buraqueira das ruas e estradas brasileiras sem reclamar. O comportamento dinâmico lembra bastante a primeira geração do Palio, com a frente uma coisa chacoalhante em pavimentos ruins, crime da trabalho exagerada dos amortecedores dianteiros.

Porém, no maior parte, o comportamento é bem objetivo em curvas tanto de alta, quanto de baixas velocidades. Mesmo com características louváveis, como o estamparia que foge do lugar-comum entre os modelos de chegada e o interior bem resolvido, o NOVO UNO Vivace padece com um propulsor despreparado demais, mesmo para o segmento. O performance decepcionante acaba ofuscando o bom conjunto coquete pela versão.

Novo uno 2019

Fiat NOVO UNO Vivace 1.0 8 V Duas portas

Propulsor: A gasolina e etanol, frontal, enviesado, 999 cm³, quatro cilindros em série, duas válvulas por tambor, rédea repetido no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.

Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração vanguarda. Não oferece controle de tração.

Potência princípio: 73 cv com gasolina e 75 cv com etanol a 6.250 rpm.

Torque máximo: 9,5 kgfm com gasolina 9,9 kgfm com etanol a 3.850 rpm.

Diâmetro e curso: 70,0 x 64,9 mm. Tarifa de condensação: 12,2:1.

Arrebatamento: Vanguarda independente do tipo McPherson com membro oscilantes inferiores transversais e amortecedores hidráulicos. Traseira semi-independente, com baluarte de torção, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Não oferece controle de estabilidade.

Freios: Discos sólidos na frente e tambores atrás. ABS e EBD como opcionais.

Pneus: 175/65 R14.

Carroceria: Hatch em monobloco com duas portas e cinco lugares. Com 3,77 metros de comprimento, 1,63 ritmo de largura, 1,49 ritmo de altura e 2,37 metros de distância entre-eixos. Oferece airbag repetido frontal como voluntário.

Peso: 909 kg em ordem de mudança, com 400 kg de personalidade de trabalho.

Personalidade do reservatório de combustível: 48 litros.

Personalidade do porta-malas: 280 litros.

Fabricação: Betim, Minas Gerais.

Emissão mundial: 2010. Emissão no Brasil: 2010.

Análise NOVO UNO 2019 — Parte II
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